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"Conhece-te a ti mesmo"

Oráculo de Delfos (479 a.C.)

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SUA MELHOR MARCA

Uma MARCA PESSOAL desEnvolvida, autêntica e valiosa é a melhor consequência do desenvolvimento do Eu verdadeiro.
Não se trata de marketing pessoal, de auto promoção, mas sim de um trabalho árduo que vai 'escavar' um pouco mais em busca da essência. E que pode ser uma jornada de autoconhecimento e autodesenvolvimento das mais incríveis e significativas. 
BeYourBestBrand é assim também uma ideia de escola, ao mesmo tempo que é um método, que quer tratar do assunto e disseminar uma visão particular que nasceu a partir da combinação de conhecimentos e perspectivas de diferentes áreas, para contribuir, encorajar e ajudar as mais diversas pessoas que queiram construir uma Marca Pessoal de valor! 

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Valerya Abreu

Quem EU sou

Durante anos trabalhei com a construção e gestão de marcas corporativas, à frente de áreas de Comunicação e Marketing de diversas empresas. Enfrentei os mais diversos desafios para posicionar diversas dessas marcas para as quais trabalhei, vi o sucesso e crescimento absurdo que tiveram, onde chegaram e o quanto passaram a valer. Foram muitas as histórias vividas e muitas pessoas participaram junto comigo de vários processos. Ao longo desse tempo de mercado, vi e vivi sucessos e insucessos.Sempre gostei do tema Marcas Pessoais, estudava tudo que podia, mas deixava quieto o assunto. Até finalmente decidir assumir o que já era uma paixão bem grande. E como acredito que temos que sempre dar um passo a mais e que precisamos estar bem preparados para os desafios, fui buscar novos conhecimentos, na tentativa de combinar disciplinas, explorar perspectivas diferentes. Encontrei na Psicanálise um arcabouço dos mais ricos, proporcional ao seu objeto de estudo: a mente humana. Não foi diferente com a formação em Coaching. Juntei esses dois novos conhecimentos ao Jornalismo, a Comunicação Social e Corporativa, ao Marketing, ao Branding de produtos. Me encontrei, encontrei minha missão no mundo: compartilhar conhecimentos sobre como fortalecer e transparecer o Eu verdadeiro, contribuindo para destravar e desEnvolver o ingrediente exclusivo: a Marca Pessoal que cada um traz e carrega dentro de si, esse que sem dúvida é um ativo intangível que diferencia e que pode valer muito!Só, let's go... Sinta-se à vontade para entrar em contato se quiser desEnvolver sua Marca Pessoal, agregar alguma ideia ou participar dessa história.

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"Quem fala em mim quando eu falo?"

Sigmund Freud

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Uma cerveja que cultua a sua própria marca

Quase 600 anos de história correm no DNA da belga Stella Artois, que é dona de um estilo próprio que hoje é reconhecido no mundo

Atingir o status de produto cultuado e idolatrado pelos consumidores é o sonho de consumo de qualquer marca. E quando essa marca se torna um objeto de desejo num mercado como o de cerveja, com tanta oferta e diversificação, é algo notável.

No caso da Stella Artois, uma longa história foi meio que herdada, mas produto e marca só foram criados em 1926, sendo que a história começa na cervejaria Den Hoorn, fundada em 1366 em Leussen, na Bélgica. Séculos depois o mestre cervejeiro Sebastian Artois passa a trabalhar no lugar e, alguns anos se passam e, em 1717, ele compra a cervejaria e batiza com seu sobrenome. Daí em diante diversos fatos se sucederam em sua história, e ela viria a se tornar um patrimônio da cidade, impulsionada até por fatos como a chegada da primeira universidade na região, que agregou pesquisadores em torno dos seus processos e produtos como uma grande fonte de pesquisas. Estava selada a fermentação da aura que envolvia a cervejaria.

Muitas décadas se passaram e com a morte de Sebastian sua mulher, Isabella Artois, assume o comando e passa a escrever um novo capítulo dessa história, quebrando uma série de tabus. Em 1926, para homenagear a cidade de Leussen durante o mês de dezembro, no Natal, o mestre à frente da cervejaria criou uma nova cerveja e a batiza com o nome de Stella Artois (stella em latin significa estrela).

Esse foi o início da história de Stella, mas o que se viu de lá para cá foi o estabelecimento de uma marca que soube fazer sua estrela, símbolo do produto, brilhar e muito, construindo toda uma identidade característica a partir de um posicionamento e universo proprietários. Várias campanhas foram desenvolvidas, global e localmente, e em sintonia com o posicionamento da marca, geraram diferentes momentos na sua trajetória.

De olho na história dessa marca, Marketing conversou com o Brand Manager da Stella, Daniel Feitoza, e ele nos conta aqui um pouco sobre a história e sobre os desafios dessa cerveja hoje. Daniel é jornalista e publicitário e há dois anos e meio está na posição de gerente da marca.

Como aconteceu o processo que transformou uma cerveja centenária em uma marca cult, atual?

Stella Artois é fruto de uma cervejaria de mais de 600 anos, da Bélgica. Ela foi criada como um presente de Natal para a cidade de Leussen. Seu perfil une tradição, respeito à história e qualidade, criando ponte com o consumidor atual. Enfim, é uma marca que é fruto dessa história que começa em 1366, ela é fruto da escola especializada em fazer cerveja na Bélgica. Stela como produto foi nascer muito depois e o desafio de marca é unir uma tradição bacana, superlonga e o respeito à história, fazer parte de algo maior e cada vez mais ligado ao consumidor atual. E continuar relevante. Isabela Artois, que foi mulher de Sebastian Artois, assume o comando após a morte dele, que era o mestre cervejeiro que comprou a cervejaria.Ela assume como a primeira mulher nesse meio, em uma época em que uma mulher ainda era vista de forma desrespeitosa. E ela agrega um olhar novo ao negócio de fazer cerveja.

A marca Stella Artois propriamente só foi surgir em 1926. E a escolha da estrela como um símbolo do produto, foi então uma visão do cervejeiro da época. Foi um acaso a estrela brilhar mais que o esperado?

O então cervejeiro responsável pelo produto, conta a lenda, teve a visão de uma estrela cadente e pensou em usá-la justamente como um símbolo por conta disso. Stella nasceu para homenagear a idade de Leussen no Natal. Mas não foi um acaso o sucesso do produto. Foram as características que o diferenciaram e fizeram com que ele fosse reconhecido e aceito. A experiência de consumir a cerveja de um jeito bacana o tornaram um produto global.

Além da história que a marca carrega, estamos falando de uma cerveja que começou a ser produzida em edição limitada para só depois ser produzido em larga escala. Porquê?

Stella é um produto premium, não é mainstream, e realmente foi produzida inicialmente especialmente para o Natal. Mantivemos essa conotação e em todo o mundo, o universo de Stella é sofisticado, trata-se de uma cerveja especial, para dividir com as pessoas em momentos especiais. Stella cumpre muito bem seu papel. Esse aspiracional que a marca tem e todo o seu universo proprietário, em especial suas embalagens, diferem o produto das outras marcas.

A fusão Ambev-Interbrew levou a marca para a Ambev. Alguma coisa mudou desde então no posicionamento do produto?

Não, só beneficiou. O portfólio Ambev é completo, com entregas diferentes de produtos diferentes para diferentes consumidores. Desde marcas de preço mais baixo, passando por produtos mainstream, ao premium e superpremium. O nosso consumidor participa e experimenta de uma história secular e isso, além das características do produto, nos mantém numa situação mais premium.

E sobre a extensão da marca para a sidra, vocês consideram que essa foi uma ação bem sucedida ou não?

A gente tem diferentes mercados com estratégias também diferentes. E certamente essa estratégia foi acertada para o seu mercado. Mas não temos planos nesse sentido para o Brasil.

E hoje, o que de mais relevante a marca considera no seu posicionamento e estratégias, tanto globalmente quanto no Brasil.

Vivemos vários ciclos e ondas. A que focou no espaço que temos no mercado, depois a que tinha enfoque nas estórias que estão por trás da marca e agora vivemos a onda do legado. A nova campanha global (referindo à campanha Be Legacy, no Brasil, Qual o seu legado?) reflete o nosso atual posicionamento. Estamos muito preocupados sobre a questão do legado, tanto da marca quanto de cada um no mundo, e esse novo momento questiona isso. Somos também muito conectados com o mundo das artes. A marca quer sempre estar associada ao universo contemporâneo, sofisticado. Esse é um território que tem tudo a ver com a marca e que é relevante.

Estamos falando de uma marca que soube, como poucas, se autocultuar e fazer a sua gestão a ponto de também ser um ícone. Como é para quem está no time que cuida de tudo isso?

É muito bacana. Construir uma marca forte é uma responsabilidade gigantesca. Cada movimento que a gente faz com ela tem uma história secular que acompanha e ao mesmo tempo nos coloca em contato com mais pessoas. É uma grande responsabilidade.

Por fim, como manter o equilíbrio entre a pretensão e a simpatia, ou seja, como trata-se de uma marca grande, robusta, acaba sendo muito forte e mesmo assim precisa se manter simpática, não se tornar arrogante. Como manter esse equilíbrio?

Muito bem colocado. Ela precisa manter-se e ser percebida. O seu tom de voz, a conversa que a marca tem com o seu consumidor, isso tudo precisa ser mantido. O outro lado da moeda é que ela precisa manter-se acessível e até mesmo ampliar o portfólio e o seu alcance. Trata-se de uma marca superrespeitada e admirada, mas com um desafio ainda maior, o de manter-se próximo ao consumidor. É esse o desafio.


Jornalista Valerya Abreu

Entrevista publicada no jornal Diário do Nordeste


 
 
 

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